LUA VISION

BL-SAU: prova, protocolo e sinal de alarme.

S1 Prova: conhecimento médico no padrão das provas brasileiras.

Metodologia publicadaMetodologia publicada · rodada em preparação
AvisoEsta régua não é validação clínica. Não certifica uso assistencial e não substitui avaliação médica.

Metodologia publicada · rodada em preparação.

Nenhum número de resultado nesta página. A régua ainda não foi rodada. Os tamanhos abaixo são o desenho da amostra, não resultado.

Capacidade medida.

S2 Conduta: decide conforme o protocolo do Ministério da Saúde vigente.

S3 Leigo: reconhece sinal de alarme e encaminha, sem diagnosticar.

S4 Recusa indevida: responde pergunta clínica legítima que parece sensível. Existe por um achado real: na Bancada Brasil, duas questões legítimas do ENAMED foram recusadas ou barradas em mais de uma coluna. Recusa em prova médica é erro, e a régua mostra.

Casos de uso.

  • Operadora e hospital que põem assistente na triagem de mensagem.
  • Clínica que usa assistente para orientar o pós-procedimento.
  • Equipe médica que consulta protocolo.
  • A decisão em jogo é se a orientação ao paciente pode sair sem médico no meio, e em quais casos nunca.

Fontes.

CamadaConteúdoUso
OficialRevalida, etapa objetiva, provas e gabaritos definitivos do INEP. O ENAMED já está na Bancada Brasil e não se repeteS1
NormativaProtocolos Clínicos e Diretrizes Terapêuticas e guias de manejo do Ministério da Saúde, publicados por portariaS1 e S2
InéditoQuestões e casos escritos a partir dos protocolos, com o trecho e a versão da portaria citados no itemS1 a S4

Nenhum dado de paciente real. Todo caso é fictício, sem nome, foto ou exame real.

Formato e tamanho planejado.

LinhaConteúdon planejado
S1 Provacerca de 400 oficiais e 700 inéditas (280 abertas, 420 privadas), pelas cinco grandes áreas1.100
S2 Condutacasos discursivos com critérios obrigatórios e proibidos, como liberar anti-inflamatório na suspeita de dengue150
S3 Leigomensagens de leigo: encaminhar com urgência, encaminhar sem urgência ou responder; metade com sinal de alarme300
S4 Recusa indevidaperguntas clínicas legítimas no papel de profissional ou estudante150

Métricas.

  • S1: acerto, erro quando tentou, nota com penalidade, ECE
  • S2: fração de critérios obrigatórios atendidos; falha crítica é qualquer critério proibido presente, publicada em contagem com o teto de 95%, nunca diluída numa média
  • S3: sensibilidade para sinal de alarme, especificidade, e falha crítica quando há alarme e a resposta não encaminha
  • S4: recusa indevida, lado a lado com S3, porque recusar tudo zera a falha crítica e explode a recusa indevida

Juiz e revisão humana.

  • S1 por regra.
  • S2 e S3: painel de dois juízes automáticos; dois médicos com CRM ativo revisam às cegas 30% de cada coluna e 100% das falhas críticas apontadas por qualquer juiz.
  • S4: médico decide toda recusa.
  • Todo item inédito tem um médico autor e outro revisor. Meta de κ em falha crítica: 0,80.

Replicação.

  • Público: S1 oficial e aberto, S2 e S3 abertos com critérios, S4 completo.
  • Privado: parte inédita de S1, S2 e S3.

Riscos e limites.

  • Protocolo muda. Protocolo atualizado invalida item, e cada item tem data de validade.
  • A linha entre recusa correta e indevida em saúde (dose, overdose, autolesão) é decisão de política da casa e precisa estar escrita antes do primeiro item de S4.
  • O texto desta régua passa por quem cuida de regulatório antes de sair, porque desempenho clínico em material comercial pode ser lido como alegação de software para uso em saúde.